5 comentários sobre “Análise Especializada: Tecnologias de Informação e Comunicação

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  1. A análise está bem escrita e sucinta, contudo existem alguns pontos que poderiam ser melhorados:
    – A análise está muito direccionada para o papel do utente na saúde.
    – Faz-se referência às vantagens relativas à eficiência, qualidade e redução de custos, mas não se concretiza como as TIC permitem esses ganhos.
    Para a questão da eficiência, por exemplo, é de extrema importância que se analise os sistemas de informação necessários a todos os profissionais de saúde.
    – A questão da interoperabilidade é de extrema importância seja na perspectiva nacional ou na perspectiva europeia.
    A nível nacional, para se ter ganhos em saúde ao nível da eficiência qualidade e redução de custos, importa que os sistemas de informação existentes comuniquem entre si. Nesta perspectiva deve-se considerar a visão intra-institucional e inter-institucional, basta salientar a importância da integração econtinuidade de cuidados. Outra questão importante, é alargar a questão da interoperabilidade de sistemas a instituições privadas e da área social.
    A nível europeu deve-se considerar a Directiva Cross-Border HealthCare, sobre a mobilidade de doentes no espaço europeu.
    Ainda sobre esta questão da interoperabilidade, interessa apronfundar como se conseguirá normalizar informação e procedimentos. Interessa também a este nível verificar a questão da interoperabilidade semântica e tecnológica. Neste ponto seria interessante perceber o que tem sido feito e implementado relativamente a normas internacionais, como por exemplo o HL7 ou a CEN / TC251 – EN13606.
    – Relativamente às prioridades, importa rever qual o papel das entidades governamentais relativamente ao desenvolvimento de novos sistemas de informação: o governo será responsável pelo desenvolvimento e implementação dos sistemas ou pela definição dos requisitos funcionais?
    No que diz respeito ao desenvolvimento das aplicações importa envolver desde o início os utilizadores reais dos sistemas, os especialistas no domínio do problema. Desta forma, motivam-se os utilizadores reais que são o utente e os profissionais. O seu envolvimento na concepção dos sistemas pode ser uma ajuda na obtenção de sistemas funcionais e user friendly.

  2. A Associação Portuguesa dos Nutricionistas sugere a:
    – Integração de indicadores do estado nutricional (peso, altura, índice de massa corporal, % de perda de peso, avaliação do aporte alimentar) no sistema de informação acessível a todos os profissionais da instituição de saúde;
    – Integração de um instrumento de rastreio nutricional (MUST, NRS 2002, SGA-PG), de preenchimento obrigatório aquando da admissão e alerta dos doentes em risco nutricional.

  3. Junto envio alguns comentários, no âmbito da RNCCI.

    Melhores cumprimentos,

    Inês Guerreiro
    Coordenadora
    [file]http://www.acs.min-saude.pt/pns2011-2016/files/2010/08/RNCC-TIC.pdf[/file]

  4. Estou a ler com muito interesse todos os documentos de trabalho contribuidores para o PNS 2011-2016.

    Neste especifico das TIC falta disponibilizar o conjunto de anexos referido no texto e que serão 6 anexos distintos. Estes anexos estão referidos nas páginas 10 e 11.

    Para já não tenho outros comentários.

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