Processo de Contributos

3 de Maio de 2010 / Bookmark and Share

Em sequência do estabelecido no processo de consulta e envolvimento que acompanha a elaboração do Plano Nacional de Saúde (PNS) 2011-2016, fomentando a participação activa de todos aqueles que contribuem para ganhos em saúde, foram solicitados a vários organismos contributos para o PNS 2011-2016.

Este processo de envolvimento engloba 3 fases distintas:

  • A primeira fase que constitui o levantamento de expectativas a diferentes entidades e cidadãos;
  • Uma segunda que consiste na discussão pública das análises especializadas, por sugestão dos próprios autores, como forma de enriquecer o seu conteúdo.
  • E uma terceira e final que envolverá a consulta e discussão pública da proposta de Plano Nacional de Saúde 2011-2016.

Sendo o processo de recolha de contributos dinâmico e interactivo, contamos que, caso a sua instituição não conste da lista e queira participar, contribua através da página (contributos) e mencione esse mesmo facto.

Pedidos de Contributo em fases distintas a:

  • Pontos focais das entidades do ministério da saúde, de outros ministérios e organismos (listagem)
  • Individualidades (ex- governantes com visão estratégica na saúde; de entidades de mérito nacional com visão estratégica na saúde; de entidades com visão sectorial estratégica com impacto na saúde; representantes partidários; elementos envolvidos na avaliação do Sistema de Saúde pela OMS; investigadores; prelectores de eventos; colaboradores do Plano Nacional da Saúde 2004-2010) (listagem)
  • Coordenação de Programas Nacionais (Verticais) (listagem)
  • Entidades/Institutos da Saúde e de Outros Sectores (listagem)
  • Unidades de Saúde Familiar (listagem)
  • Conselhos da Comunidade dos Agrupamentos de Centros de Saúde (listagem)
  • Conselhos Clínicos dos Agrupamentos de Centros de Saúde (listagem)
  • Direcções Executivas dos Agrupamentos de Centros de Saúde (listagem)
  • Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados/Centros de saúde (listagem)
  • Unidades Locais de Saúde (listagem)
  • Rede Hospitalar (listagem)
  • Entidades académicas (listagem)
  • Sociedades Científicas (listagem)
  • Ordens e Associações Profissionais (listagem)
  • Associações de Doentes (listagem)
  • Organizações da Sociedade Civil (listagem)
  • Fundações (listagem)
  • Câmaras Municipais (listagem)
  • Entidades Privadas (listagem)
  • Sindicatos (listagem)

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2 comentários sobre “Processo de Contributos

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  1. A desnutrição associada à doença em Portugal tem uma prevalência de cerca de 30%. Ora, este facto tem consequências graves a vários níveis: clínicos, sociais e económicos. Torna-se por isso urgente criar uma politica nacional de luta contra a desnutrição em Portugal(à semelhança de todos os países da União Europeia e seguindo as recomendações do Conselho de Ministros da Europa). Penso que apenas falta um plano de gestão para que este flagelo passe a ser evitado (especialmente em meio hospitalar), porque recursos humanos e clínicos já existem apenas falta desconhecimento pela área.
    Julgo quase um “dever” fazer algo para que este panorama mude uma vez que só temos que seguir “recomendações” de outras sociedades cientificas e politicas europeias, logo parece-me que este plano de saúde deve abranger este assunto e desde já me disponibilizo para colaborar.

  2. O trabalho de prevenção deve merecer por parte dos agentes com intervenção na área da saúde um especial destaque e um investimento reforçado, pois como sabemos, através de vários estudos já desenvolvidos, a prevenção primária é uma aposta na qualidade de vida das populações e na redução de gastos com a promoção da saúde.
    Neste sentido e de acordo com os dados dos estudos, sabemos que a incidência e a prevalência das situações cancro têm, nos últimos anos, aumentado significativamente, trazendo, assim, várias implicações sociais que merecem grande preocupação e colocando novos obstáculos aos técnicos da saúde e da área social. Para além da elevada taxa de mortalidade e de morbilidade, estas doenças implicam um sofrimento psíquico e físico e um desgaste emocional significativos nos percursos pessoais dos utentes e respectivas famílias.
    Assim, considera-se importante criar um ficheiro clínico informático disponível aos médicos de família, tendo em vista promover a vigilância dos utentes no que concerne aos exames complementares de diagnóstico como mamografia, colonoscopia, ecografia pélvica e ecografia vesico-prostática. Paralelamente a este trabalho assume especial relevo investir em campanhas de prevenção e de sensibilização, sendo uma boa prática deste trabalho a campanha já desenvolvida no âmbito do cancro da mama.

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