ESTeSL: As Instituições de Ensino Superior de Saúde no Plano

6 de Julho de 2010 / Sem Comentários Bookmark and Share

Contributo enviado por Manuel Correia, Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Lisboa – ESTeSL do Instituto Politécnico de Lisboa, 28/05/2010

ESTSLXA Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Lisboa (ESTeSL) é uma unidade orgânica do Instituto Politécnico de Lisboa que desenvolve 12 cursos de licenciatura, adequados ao Processo de Bolonha, na área das Ciências Tecnologias da Saúde. A ESTeSL aposta também na aprendizagem ao longo da vida, dinamizando acções de formação permanente, como pós-graduações, mestrados e outros cursos de curta duração.

Enquanto Instituição de ensino superior, apresenta como missão, a formação, a investigação e a prestação de serviços à comunidade na área da saúde.

Mantém uma forte ligação à comunidade, através da dinamização de diversas iniciativas científico-culturais e do estabelecimento de protocolos com instituições nacionais e internacionais.

A ESTeSL considera relevante o papel das instituições de ensino superior na intervenção em saúde, partindo do pressuposto que o indivíduo deve ser entendido como um agente activo no processo saúde / doença. Assim, sugere-se como contributos para o PNS 2011-2016:

  • Contemplar as instituições de ensino superior na rede de cuidados em saúde, como parceiros activos;
  • Reconhecer as instituições de ensino superior como meios e pólos de intervenção comunitária e agentes activos na: educação para a saúde; capacitação em saúde; literacia em saúde; comunicação em saúde;
  • Promover e apoiar as instituições de ensino superior na intervenção comunitária e no incrementar de parcerias em saúde (autarquias, sociedade civil, sociedades cientificas, associações de doentes), com a finalidade de potenciar a equidade e a acessibilidade aos cuidados de saúde;
  • Reconhecer e apoiar a produção e desenvolvimento de saber científico das instituições de ensino superior como evidência para a assumpção de boas práticas em saúde;
  • Reconhecer as instituições de ensino superior em saúde como centros de avaliação e rastreio em integração e referenciação com a rede de cuidados de saúde;
  • Capitalizar a intervenção em saúde das profissões de diagnóstico e intervenção em saúde (profissionais de diagnostico e terapêutica) para a estratégia integrada dos cuidados de saúde (primários, secundários e terciários);
  • Reconhecer as profissões de diagnóstico e intervenção em saúde (profissionais de diagnostico e terapêutica) nos eixos estratégicos de intervenção, nomeadamente na: saúde visual, saúde nutricional, saúde ambiental, saúde ocupacional, redução da incidência e prevalência das doenças crónicas (ex. doenças oncológicas, doenças cardiovasculares, obesidade, diabetes, doenças do foro respiratório) e no uso racional do medicamento, para os ganhos em saúde;
  • Promover a constituição de equipas multidisciplinares com a integração de profissionais de diagnóstico e intervenção em saúde (profissionais de diagnostico e terapêutica) para melhor rendibilizar a intervenção em saúde;
  • Investir na cultura para a qualidade em saúde nos eixos da investigação, do ensino e da prestação, reconhecendo a necessidade da formação de auditores em sistemas integrados aplicados à saúde.

Manuel Correia (Presidente do Conselho Directivo da Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Lisboa – ESTeSL do Instituto Politécnico de Lisboa)

Deixar uma resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

*