GIRA: Apoio Domiciliário na Doença Mental

2 de Julho de 2010 / 1 Comentário Bookmark and Share

Contributo enviado por Sofia de Sousa Couto, GIRA – Grupo de Intervenção e Reabilitação Activa, 28/05/2010

opiniao

1) Em que áreas e de que forma se poderão obter ganhos em saúde adicionais, de forma sustentável, para os portugueses?

Todos os doentes que tenham um médico de família atribuído, conseguem estabelecer uma relação de empatia e com mais facilidade resolvem as suas questões evitando idas a urgências desnecessárias; A Aceitação da doença é facilitador do processo de evolução clínica; A adesão do doente à medicação evita crises e internamentos.

2) Que expectativas possui relativamente ao PNS 2011-2016? Como é que este pode ser útil na obtenção de mais valor em saúde?

O Apoio Domiciliário na Doença Mental é uma mais valia para estes doentes que com este serviço conseguirão permanecer nas suas residências e manter as suas rotinas evitando institucionalizações e internamentos.

3) Como é que o PNS 2011-2016 pode apoiar as instituições e os cidadãos na obtenção de ganhos em saúde, de forma sustentável?

Através da criação e apoio em acordo de cooperação de novas respostas residenciais.

4) Como é que esses resultados na obtenção de ganhos em saúde podem ser percebidos, medidos e valorizados?

Melhoria da qualidade de vida, que é aferida através de inquéritos de satisfação, e poderão ser inseridos na comunidade. A inserção em programas de emprego, melhora a auto-estima diminuindo a sintomatologia e evita internamentos.

Sofia de Sousa Couto (GIRA – Grupo de Intervenção e Reabilitação Activa)

Um comentário sobre “GIRA: Apoio Domiciliário na Doença Mental

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  1. São notícias animadoras,mas de difícil concretização, porque ainda não houve vontade política para a sua implementização. Onde funcionam esses foruns? Onde estão essas residências assistidas? Onde existe o emprego protegido, que tanta falta faz para ocupar estes doentes e também os ajuda à conquista da sua auto-estima? Não nos podemos esquecer de que os doentes não se concentram em Lisboa, infelizmente estão em todo o lado e sem algum apoio que não seja a família que por vezes se sente incapaz de dar resposta não só pelo desgaste acumulado como também por incapacidades a vários níveis. Gostaria de receber mais informações, as quais agradeço.J oaquina Barbas

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