GS: O Plano Nacional de Saúde e o VIH/SIDA

24 de Novembro de 2010 / Sem Comentários Bookmark and Share

Contributo enviado por Humberto Martins, Gilead Sciences, 19/11/2010

GileadO desenho de um Plano Nacional de Saúde constitui um momento adequado para que todos os “actores” do sistema de saúde possam contemporizar os desafios, enquadrar as oportunidades e assumir compromissos que modulem efectivamente o nível de saúde da população. É neste contexto que a Gilead Sciences encara a construção do Plano Nacional de Saúde 2011‐2016, como um momento adequado para uma intervenção construtiva e comprometida com o desígnio global de: “maximizar os ganhos em saúde da população através do alinhamento e integração de esforços sustentados de todos os sectores da sociedade, com foco no acesso, equidade, qualidade, políticas saudáveis e cidadania”.

Como empresa farmacêutica inovadora, a Gilead Sciences tem‐se destacado num assinalável compromisso de investigação e desenvolvimento para minimizar e mitigar o impacto daquela que foi considerada uma “catástrofe humana sem precedentes”: a infecção VIH/SIDA.

Recorde‐se que esta infecção é responsável por inegável sofrimento humano a nível mundial, estimando‐se que actualmente mais de 33 milhões de pessoas vivam com o VIH. Só no ano de 2007, terão ocorrido 2,7 milhões de novas infecções e o VIH terá sido responsável por 2 milhões de mortes. Após a identificação desta infecção, há 27 anos atrás, estimam‐se terem ocorrido mais de 25 milhões de mortes devidas ao VIH/SIDA.

Procurando contrariar o nefasto percurso da infecção por VIH/SIDA, a comunidade internacional tem desenvolvido estratégias e iniciativas minimizadoras do seu impacto. A relevância deste compromisso internacional reflecte‐se no facto da infecção por VIH/SIDA ter sido considerada como um dos desafios centrais a enfrentar pela Humanidade. Neste sentido, foi‐lhe consignado um dos oito Objectivos de Desenvolvimento do Milénio (ODM):

  • ODM 6 – Combater o VIH/SIDA, a malária e outras doenças; nomeadamente através dos objectivos de: 6a: interromper e reverter a evolução da epidemia VIH/SIDA até 2015; 6b: disponibilizar acesso universal ao tratamento e medicamentos anti‐retrovirais a todos os que deles necessitam até 2010.

A nível nacional, a mobilização de esforços para o combate a esta epidemia tem também merecido especial atenção com a criação em 1985 de uma entidade dedicada a esta área e com a implementação de planos específicos que envolvem informação, prevenção, diagnóstico e tratamento relativos ao VIH/SIDA.

A infecção por VIH/SIDA, para além de uma relevante condição de saúde, tem também um evidente impacto social. A não discriminação de pessoas que vivem com VIH/SIDA continua a merecer particular atenção e a necessitar de importante reflexão a nível nacional e, também, internacional, nomeadamente em relação à não‐discriminação laboral.

Contributo na integra:

Humberto Martins (Gilead Sciences)

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