Todas as sociedades desde o seu início estrutural sentiram a necessidade de inculcarem nas suas relações sociais o factor da justa medida obrigando-se a ter um peso e uma medida na regulação justa das suas actividades, em vivência comum.
Hoje em dia no sector da saúde em Portugal são muito raros ou inexistentes os comprovativos de que os instrumentos de Pesagem e Medição existentes nos diversos estabelecimentos de saúde públicos estejam com os erros de medição dentro de parâmetros aceites pelas organizações mundiais nessa matéria, nomeadamente a O.I.M.L..
Desconhecendo o valor desses erros, nunca poderá haver fiabilidade nos equipamentos usados em tantos e tantos sectores da saúde existentes em Portugal: pesagem de doentes para controlo clínico, controlo de peso de bebés, controlo de alimentação e obesidades, quantidades padronizadas de diversos implantes cirúrgicos usados em estabelecimentos, quantidades de príncipios activos, elementos químicos que entram na composição de manipulados em laboratórios hospitalares e farmacêuticos, etc,etc,.
Por tudo isto, pensamos que poderemos ser úteis ao PNS 2011-2016, como Parceiros ou Grupo de Trabalho, se tal for entendido necessário.
O Instituto Português do Ritmo Cardíaco (IPRC), IPSS, é uma associação médica, que tem como finalidade a realização e desenvolvimento de actividades de carácter científico e tecnológico, educativo, social e cultural nos domínios do ritmo cardíaco, electrofisiologia e pacing cardíacos ou com elas relacionados. Integra cardiologistas que se dedicam à arritmologia, estando representados os principais centros que no país praticam electrofisiologia de intervenção, nomeadamente ablação por cateter no tratamento de arritmias e colocação de pacemakers e cardioversores-desfibrilhadores implantáveis.
Consideramos que o IPRC poderá dar um importante contributo ao PNS 2011/16 dada a relevância dos problemas arrítmicos a nível da Saúde Pública, nomeadamente a sua relação com a morte súbita, principal mecanismo de morte, superando o das ocasionadas em conjunto pelo AVC, cancro do pulmão, cancro da mama e sida (Zheng Z. Circulation. 2001;104:2158-2163).
A importância do nosso contributo deriva também do acentuado impacto económico do tratamento destes doentes, estando nós interessados que a todos seja oferecido a melhor terapêutica, de acordo com as recomendações internacionais, mas de igual modo que esta possa ser fornecida com o menor custo para o erário público.
Pensamos que os problemas arrítmicos integram o grupo das situações de maior impacto a nível da saúde, sendo fundamental a consensualização das necessidades de prescrição racional nesta área, quer de medicamentos e MCDT quer dos dispositivos médicos utilizados.
Por fim, é fulcral a definição das redes de referenciação nesta área, de modo a assegurar que os doentes tenham acesso aos melhores meios de tratamento, com significativos ganhos de saúde.
Sendo nosso propósito participar na fase de discussão pública do documento, estamos desde já à disposição para fornecer dados de que dispomos e opiniões técnicas sobre assuntos da nossa área que nos queiram solicitar.
Daniel Bonhorst
Presidente do IPRC
A APEO associação criada em 1997, com sede no HGO, com trabalho activo e regular na area da saúde reprodutiva, e como representante de um grupo de profissionais – Enfermeiros Especialistas de Saúde Materna e Obstétrica – que pelas suas competências podem dar um contributo importante no desenvolvimento do Plano Nacional de Saude, lamenta não ter sido convidada a dar o seu contributo formal enquanto associação.
Encontramo-nos ao dispor
É com agrado que observamos o vosso interesse em participarem nesta fase de recepção de contributos para o Plano Nacional de Saúde 2011-2016.
Confirmamos que o pedido de contributos à vossa associação já foi efectuado, tal como a recepção do vosso contributo.
Aproveitamos para agradecer o seu envio e relembrar que este será validado e colocado como artigo no microsite do PNS 2011-2016, com um espaço público para colocação de comentários.
Todas as sociedades desde o seu início estrutural sentiram a necessidade de inculcarem nas suas relações sociais o factor da justa medida obrigando-se a ter um peso e uma medida na regulação justa das suas actividades, em vivência comum.
Hoje em dia no sector da saúde em Portugal são muito raros ou inexistentes os comprovativos de que os instrumentos de Pesagem e Medição existentes nos diversos estabelecimentos de saúde públicos estejam com os erros de medição dentro de parâmetros aceites pelas organizações mundiais nessa matéria, nomeadamente a O.I.M.L..
Desconhecendo o valor desses erros, nunca poderá haver fiabilidade nos equipamentos usados em tantos e tantos sectores da saúde existentes em Portugal: pesagem de doentes para controlo clínico, controlo de peso de bebés, controlo de alimentação e obesidades, quantidades padronizadas de diversos implantes cirúrgicos usados em estabelecimentos, quantidades de príncipios activos, elementos químicos que entram na composição de manipulados em laboratórios hospitalares e farmacêuticos, etc,etc,.
Por tudo isto, pensamos que poderemos ser úteis ao PNS 2011-2016, como Parceiros ou Grupo de Trabalho, se tal for entendido necessário.
O Instituto Português do Ritmo Cardíaco (IPRC), IPSS, é uma associação médica, que tem como finalidade a realização e desenvolvimento de actividades de carácter científico e tecnológico, educativo, social e cultural nos domínios do ritmo cardíaco, electrofisiologia e pacing cardíacos ou com elas relacionados. Integra cardiologistas que se dedicam à arritmologia, estando representados os principais centros que no país praticam electrofisiologia de intervenção, nomeadamente ablação por cateter no tratamento de arritmias e colocação de pacemakers e cardioversores-desfibrilhadores implantáveis.
Consideramos que o IPRC poderá dar um importante contributo ao PNS 2011/16 dada a relevância dos problemas arrítmicos a nível da Saúde Pública, nomeadamente a sua relação com a morte súbita, principal mecanismo de morte, superando o das ocasionadas em conjunto pelo AVC, cancro do pulmão, cancro da mama e sida (Zheng Z. Circulation. 2001;104:2158-2163).
A importância do nosso contributo deriva também do acentuado impacto económico do tratamento destes doentes, estando nós interessados que a todos seja oferecido a melhor terapêutica, de acordo com as recomendações internacionais, mas de igual modo que esta possa ser fornecida com o menor custo para o erário público.
Pensamos que os problemas arrítmicos integram o grupo das situações de maior impacto a nível da saúde, sendo fundamental a consensualização das necessidades de prescrição racional nesta área, quer de medicamentos e MCDT quer dos dispositivos médicos utilizados.
Por fim, é fulcral a definição das redes de referenciação nesta área, de modo a assegurar que os doentes tenham acesso aos melhores meios de tratamento, com significativos ganhos de saúde.
Sendo nosso propósito participar na fase de discussão pública do documento, estamos desde já à disposição para fornecer dados de que dispomos e opiniões técnicas sobre assuntos da nossa área que nos queiram solicitar.
Daniel Bonhorst
Presidente do IPRC
A APEO associação criada em 1997, com sede no HGO, com trabalho activo e regular na area da saúde reprodutiva, e como representante de um grupo de profissionais – Enfermeiros Especialistas de Saúde Materna e Obstétrica – que pelas suas competências podem dar um contributo importante no desenvolvimento do Plano Nacional de Saude, lamenta não ter sido convidada a dar o seu contributo formal enquanto associação.
Encontramo-nos ao dispor
http://www.apeobstetra.org
Com os melhores cumprimentos
Rosália MArques
É com agrado que observamos o vosso interesse em participarem nesta fase de recepção de contributos para o Plano Nacional de Saúde 2011-2016.
Confirmamos que o pedido de contributos à vossa associação já foi efectuado, tal como a recepção do vosso contributo.
Aproveitamos para agradecer o seu envio e relembrar que este será validado e colocado como artigo no microsite do PNS 2011-2016, com um espaço público para colocação de comentários.
Ao vosso dispor