Opinião: Investir em Saúde Pública

28 de Junho de 2010 / 1 Comentário Bookmark and Share

Contributo enviado por Maria Margarida Ferreira Saudade e Silva, Agrupamento de Centros de Saúde S. Mamede-ULSNA, 27/05/2010

opiniao1.Penso que tem de haver mais investimento na saúde pública com desenvolvimento da epidemiologia, investigação e intervenção na prevenção da saúde e na promoção de comportamentos saudáveis, mapeamento de zonas de risco relativamente a determinadas patologias (HTA, AVC, Diabetes, Neoplasias, Asma Bronquica e Alergias) a fim de identificar factores de risco e desencadeantes.

2.A minha expectativa  para o Plano Nacional de Saúde 2011-2016 é que define as prioridades em saúde e as estratégias de intervenção.

3. Criação de uma plataforma informal de troca de saberes, de um \”banco de peritos\” acessível aos ACES a fim de suprir a necessidade de alguns recursos que os ACES mais pequenos não têm.

Maria Margarida Ferreira Saudade e Silva (Agrupamento de Centros de Saúde S. Mamede-ULSNA)

Um comentário sobre “Opinião: Investir em Saúde Pública

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  1. Investir em Saúde Pública, enquanto corpo organizado do conhecimento e instrumento de intervenção comunitária, é investir no sistema de saúde.
    A identificação das reais necessidades de saúde das populações e a selecção de prioridades (competição dos usos pelos recursos) em função não só da magnitude e transcendência dos problemas de saúde mas também da evidência de efectividade das intervenções propostas são essenciais à obtenção de ganhos em saúde (“saúde do público”) e à sustentabilidade do sistema de serviços de saúde.
    A pertinência da adequação dos recursos alocados às necessidades reais de saúde é tanto maior quanto mais escassos são esses recursos – caso dos cenários de constrangimento económico e financeiro.
    Por outro lado, a gestão apropriada das ameaças à saúde colectiva implica a existência de serviços operativos de saúde pública, intervindo a um âmbito populacional e utilizando como estratégia prevalente – mas não exclusiva – de intervenção a prevenção (que tem como exemplo mais eloquente a vacinação).
    A sugestão de um “banco de peritos”, acessível aqueles ACES mais carentes em recursos humanos, é da maior relevância, sobretudo se tivermos em consideração as potencialidades das tecnologias de informação e comunicação.

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